Estudo revela aumento de 90% nos casos de depressão na pandemia; terapias complementares podem ser a solução

Aromaterapeuta Marcia Rissato contou ao DIA como as terapias complementares - que têm seus resultados reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há 70 anos - podem ajudar neste período

Por Natasha Amaral

Terapias complementares podem auxiliar no controle de estresse, compulsão alimentar, insegurança, depressão e pânico
Terapias complementares podem auxiliar no controle de estresse, compulsão alimentar, insegurança, depressão e pânico -
Rio - Um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), com 1460 pessoas em 23 estados, nos meses de março e abril, revelou um aumento de 90% nos casos de depressão, 40% em relação ao estresse agudo e 71% em crises durante a pandemia do novo coronavírus. A aromaterapeuta Marcia Rissato contou ao DIA como as terapias complementares – que têm seus resultados reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há 70 anos – podem ajudar neste período.
"É evidente que a pandemia está afetando as mentes humanas de uma maneira arrasadora, trazendo uma vulnerabilidade feroz para as pessoas. Medo de morrer, de perder emprego, de passar fome, angústia pelo isolamento, solidão, depressão, compulsão por comida e drogas são alguns dos efeitos. As pessoas que já tinham latentes essas doenças da mente, receberam aí o gatilho (covid-19 e o isolamento) para as doenças da mente tomarem conta", explicou Marcia Rissato.
Recentemente, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou uma recomendação para que gestores públicos usem e divulguem práticas integrativas e complementares, como homeopatia, acupuntura, fitoterapia, florais e reiki, no tratamento da covid-19. Entretanto, vale ressaltar que as práticas integrativas e complementares, as chamadas PICs, são oferecidas pelo SUS desde 2006 – atualmente sendo ofertadas 29 delas.
Devido às emoções sendo colocadas à prova pelo confinamento, não só terapias complementares estão sendo amplamente procuradas, o "famoso" Rivotril, medicamento de uso controlado para pacientes que sofrem com Síndrome do Pânico, depressão, ansiedade e insônia, teve suas vendas aumentadas no período. De acordo com dados do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), a comercialização deste medicamento aumentou 22% em março e abril deste ano, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Em números, houve um salto de 4,6 milhões para 5,6 milhões de caixas.
"A humanidades está sendo testada diariamente com incertezas que causam ou agravam as mais diversas dores emocionais. Porém, é fundamental ter atenção na escolha do terapeuta, como em todas as especialidades. É fundamental que se procure por terapeutas experientes, que tenham de fato todo o conhecimento necessário para aplicar corretamente as ferramentas necessárias para ajudar os pacientes", finalizou a aromaterapeuta.
Questionada sobre como escolher um terapeuta e qual floral utilizar, Marcia Rissato contou sobre a importância da escolha de profissionais experientes. "É fundamental que se procure por terapeutas experientes, que tenham de fato todo o conhecimento necessário para aplicar corretamente as ferramentas necessárias para ajudar os pacientes. Quanto à terapia, como profissional sugiro o uso dos florais originais de Bach. A sutileza da terapia floral pode não trazer efeito imediato ou ainda não trazer efeito nenhum se a terapeuta errar os florais, ou se os florais não tiverem procedência, o que levará o paciente a desanimar e até desistir da terapia e o pior, seguir com o sofrimento".
"Quanto à terapia floral, também sugiro o uso dos florais originais de Bach, conhecidos pela origem amplamente averiguada, alto controle de qualidade e procedência, que garantem a eficácia da terapia. Ou seja, a sutileza da terapia floral pode não trazer efeito imediato ou ainda não trazer efeito nenhum se a terapeuta errar os florais, ou se os florais não tiverem procedência, o que levará o paciente a desanimar e até desistir da terapia e o pior, seguir com o sofrimento”

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