Com estoque de sangue zerado, Hemonúcleo de São Gonçalo clama urgente por doadores

Procura diminuiu para 25 doadores por semana, quando seriam necessários 40 por dia e um volume de 400 bolsas de sangue por mês

Por O Dia

Hemonúcleo de São Gonçalo funciona na Praça Estephânia de Carvalho, no bairro do Zé Garoto, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h
Hemonúcleo de São Gonçalo funciona na Praça Estephânia de Carvalho, no bairro do Zé Garoto, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h -
SÃO GONÇALO - Com estoque de sangue zerado, o Hemonúcleo deu início a mais uma campanha em busca de doadores. Desde janeiro deste ano, as doações já haviam caído pela metade, mas o cenário piorou ainda mais em virtude da pandemia do novo coronavírus, com a procura diminuindo para um número entre 20 a 25 doadores por semana. Para suprir a demanda dos hospitais municipais, são necessários no mínimo 40 doadores por dia. A administração do Hemonúcleo afirma que é necessário aumentar o número de doações pois o consumo de sangue nos hospitais é contínuo e diário.
O local é responsável pelo abastecimento do estoque sanguíneo dos hospitais da cidade e de municípios vizinhos, como Itaboraí, que continuam realizando cirurgias de emergência. Em média, o Hemonúcleo produzia 400 bolsas de sangue por mês. "Doar sangue é salvar vidas", reforça o secretário municipal de Saúde, Jefferson Antunes.
Para realizar a doação é preciso pesar 50kg ou mais, ter entre 16 e 69 anos de idade, estar alimentado - mas com a precaução de evitar alimentos gordurosos - e não ter feito piercing nem tatuagem há menos de um ano, além de não sofrer de doenças que atinjam o sangue, como HIV positivo. Também não podem doar pessoas com sintomas de gripe. Todo o material usado para a coleta é descartável.
O Hemonúcleo de São Gonçalo funciona na Praça Estephânia de Carvalho nº 38, ao lado do Polo Sanitário Washington Luiz, no bairro do Zé Garoto. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h.

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