Mulher de jogador do Grêmio é acusada de golpe

Adriana Muller está respondendo por estelionato

Por O Dia

Lincoln ao lado da mulher Adriana Muller
Lincoln ao lado da mulher Adriana Muller -

Adriana Muller, mulher do jogador Lincoln, atualmente reserva do Grêmio, está sendo acusada de estelionato pela empresária Cláudia Piva Antonini. Cláudia afirma que após ter tido seu carro Volkswagen Tiguan destruído em um engavetamento em Porto Alegre, levou o veículo para a oficina de Adriana, em Canoas, por ser mais próximo da residência onde mora. A empresária diz que Adriana cobrou pelo serviço R$ 18 mil. No valor estaria incluso as peças a serem repostas e mão de obra.

No entanto, Cláudia descobriu através da autorizada que vendeu as peças que o valor da compra era de apenas R$ 3 mil.  Indignada, ela procurou Adriana que mostrou uma nota contendo todos os pedidos e valores das supostas peças compradas. Ao perceber que foi vítima de um golpe, Cláudia denunciou Adriana por estelionato. Na delegacia foi constatado que ela já tinha passagens pela polícia por tráfico de drogas. Contando o valor que perdeu no golpe e o que foi gasto de reparo em outras oficinas, Cláudia teve que desembolsar R$ 54 mil.

Adriana Muller procurou a coluna, através de sua assessoria, que emitiu o seguinte comunicado:

"A empresária, modelo e digital influencer Adriana Muller vem através da sua assessoria de imprensa esclarecer que está sendo vítima de difamação e injúria pela empresária Claudia Piva Antonini desde dezembro de 2018, quando a mesma começou a procurá-la em suas redes sociais e nas redes sociais de seu marido, conforme boletins de ocorrências registrados nos dias 30 de janeiro e 02 de fevereiro de 2019, e que a partir daí, perfis fakes estão sendo criados na internet com abordagens com o intuito de acabar com o seu casamento e contratos fechados com patrocinadores. Adriana afirma que o fato ocorrido no ano de 2014 foi realizado com total transparência, e que a empresária Cláudia Piva Antonini teria aceitado um orçamento mais barato, no valor de R$ 11 mil, contendo peças novas e usadas, e após a entrega do veículo não mais retornou para reclamar do problema, apenas por contato telefônico onde a empresa se prontificou a reparar qualquer dano. Adriana afirma que Claudia não retornou ao local nos dois anos em que ela continuou como sócia da oficina, de onde deixou a sociedade em 2016. A diferença de valores mencionado pela administradora Cláudia Piva Antonini, se trata de um desconto ofertado pela revendedora de peças para a oficina, levando em consideração a quantidade de produtos adquiridos para serviços na sua oficina, e que tal desconto não tem como ser repassado para o consumidor final, pois trata-se de um acordo interno entre a ambas empresas, e que diante provas tudo será esclarecido na justiça", finaliza a nota.

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