William Waack sobre vida de youtuber: não me vejo escravo do número de inscritos ou de visualizações

Apresentador esteve no canal de Marcelo Bonfá e revelou detalhes de seu trabalho na plataforma

Por O Dia

Marcelo Bonfá entrevista William Waack
Marcelo Bonfá entrevista William Waack -

Em entrevista à Marcelo Bonfá, no quadro 'Ping-Pongue com Bonfá' no Youtube, William Waack comentou sua nova versão 2.0 de fazer jornalismo. Comandando o canal 'Painel WW' desde que foi demitido da Globo, Waack revelou detalhes de seu cotidiano na nova plataforma e de como foi sua adaptação. Quando questionado se não sentiu frio na barriga na estreia de seu canal no Youtube, Waack afirmou: "Não, ao contrário. Me senti muito mais à vontade porque eu pude por em prática fórmulas que eu já queria ter levado adiante antes."

O apresentador ainda comentou sua proximidade com o público através das interações em tempo real durante lives e o fato de poder exercer um trabalho mais informal. "Essa integração com o público, não houve coragem para fazer isso nos outros lugares que estive. A ideia que o trato da questão fosse muito mais informal. Se eu convidar um torcedor de uma equipe, eu não tenho que convidar um torcedor rival. Eu tenho que convidar pessoas que ajudem o público a entender um assunto que o interessa."

Waack também confessou não seguir ordem de ninguém e ser livre para trabalhar da forma como acha melhor. "Sou absolutamente independente. Os erros e defeitos serão todos meus. Os acertos são obrigatórios. Mas o que tiver de equivocado, de errado ou de opiniões que as pessoas não respeitem, fiquem sabendo que são exclusivamente as minhas e em caráter absolutamente pessoal. Eu nunca trabalhei para receber aplausos. Nunca me orientei pelo que as pessoas gostariam que fosse feito sempre. Eu trabalho pela minha consciência. Sei que às vezes vou chatear o público com assuntos que eles acham chatos e massantes. Meu foco como jornalista em todas as plataformas nas quais eu trabalhei, sempre foi o público. Eu não me vejo um escravo do número de inscritos ou do número de visualizações. Me vejo como um escravo da consciência profissional voltada para a prestação de um serviço de qualidade e de interesse de um público amplo.

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